terça-feira, 21 de agosto de 2012

2004 - GRANDE PROJETO

Playing for Change é um projeto musical multimídia, criado pelo produtor americano e engenheiro de som Mark Johnson com seu Timeless Media Group, que visa reunir músicos de todo o mundo. Playing for Change também criou uma organização sem fins lucrativos separada para uma Fundação que constrói escolas de música para crianças ao redor do mundo.

O projeto começou em 2004 com o objetivo da organização auto-descrito como "inspirar, conectar e trazer a paz no mundo através da música". Os criadores do projeto, Mark Johnson e Enzo Buono, viajaram ao redor do mundo para lugares como Nova Orleans, Barcelona, África do Sul, Índia, Nepal, Oriente Médio e na Irlanda. Usando equipamento de gravação móvel, a dupla gravou músicos locais que executam a mesma canção, interpretados no seu próprio estilo.

Entre os artistas que participam ou abertamente envolvidos no projeto são Vusi Mahlasela, Louis Mhlanga, Clarence Bekker, Tal Ben Ari (Tula), Bono, 'Mo' Keb, David Broza, Manu Chao e Vovô Elliott.

O primeiro single do projeto é o clássico "Stand by Me"  originalmente de Ben E. King, Jerry Leiber e Mike Stoller, do ano de 1960, que teve mais de 400 versões gravadas sendo a mais famosa delas, a de John Lennon, é de 1975.

A canção do projeto começou com um performer de rua em Santa Monica chamado Roger Ridley (já falecido). A dupla viajou o mundo, registrando cada vez mais músicos. Todas estas versões foram consideradas para a mistura final, numa versão maravilhosa. Confira no link abaixo ou hoje na barra ao lado.

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

1984 - LEGADO DOS ANOS 80

Dan Fogelberg (Daniel Grayling Fogelberg), cantor, compositor e multi-instrumentista norte americano, nascido em Peoria, Illinois em 13/08/1951, e falecido em 16/12/2007.

A música de Dan Fogelberg era um misto de várias influências como jazz, clássica e pop. Dan Fogelberg, lançou vários discos mas seu maior êxito foi Phoenix de 1979.

Em 2004, Dan Fogelberg foi diagnosticado com câncer de próstata em estado avançado. Logo foi submetido ao tratamento mas não consegui vencer a doença, vindo a falecer três anos depois em sua casa no estado americano do Maine na companhia da esposa.

Um dos maiores sucessos de Dan Fogelberg estava no álbum Windows and Walls. Believe in me foi gravado em 1984. Confira no link abaixo ou na barra ao lado, apenas com áudio, mas com tradução.

sábado, 28 de julho de 2012

1983 - YES E O SOM CÓSMICO

Yes, grupo britânico que se tornou uma das mais bem-sucedidas bandas de rock progressivo dos anos 70, ao contrário de outros com as quais são frequentemente comparados (King Crimson, ELP, Genesis) mantém até os dias de hoje o mesmo som "cósmico", virtuoso, com belos vocais, arranjos extremamente complexos com influência de música clássica e grandes desempenhos individuais, mesmo com as constantes mudanças de formação. 

A marca registrada do Yes reside principalmente no talento e criatividade do baixista Chris Squire , ex-membro da banda Syn. Ele se juntou em 1968 ao vocalista Jon Anderson , que, assim como Squire, gostava do estilo de vocais em harmonia e instrumentação forte. Começaram então a fazer um som que usava essas harmonias em conjunto com uma base sólida de rock, devido ao estilo preciso de Squire no baixo. Juntaram-se ao tecladista Tony Kaye, ao guitarrista Peter Banks e ao baterista Bill Bruford (considerado por muitos como o melhor baterista de rock progressivo do planeta), e o nome Yes foi escolhido. 

O primeiro álbum, auto-intitulado, foi lançado em 1969 bem dentro do estilo psicodélico da época, já mostrando alguns elementos criativos que viriam a se consolidar (influências folk e clássicas, produção despojada, vocais altos e inpecáveis, toques de "space rock" no qual o Pink Floyd era especialista). Seguiu-se Time and a Word de 1970, mais sofisticado e mais característico, com presença de orquestra. 

The Yes Álbum de 1971 apresenta o guitarrista Steve Howe, virtuosíssimo no violão clássico, que ajudou a fazer desse um álbum muito mais complexo, com maior peso na guitarra e no baixo, e grandes passagens de bateria. 

Yes começava a atrair atenções, e a aparecer nas paradas do Reino Unido e EUA. Depois de Peter Banks, foi a vez de Tony Kaye sair, e seu substituto foi a figuraça Rick Wakeman, excelente tecladista de marcante presença de palco que usava uma parafernália de equipamento . Essa formação, Anderson, Bruford, Howe, Squire e Wakeman é considerada a melhor, embora tenha durado cerca de um ano (71-72 a 72-73), que lançou os 2 melhores álbuns do Yes - Fragile e Close to the Edge

 No início dos anos 80 a banda se dissolveu, mas, no entanto, o Yes voltou triunfalmente em 1983, com seu grande hit "Owner of a Lonely Heart", com Jon Anderson e Tony Kaye de volta, e o guitarrista sul-africano Trevor Rabin

Relembre o grande sucesso do Yes , a marcante "Owner of a Lonely Heart" de 1983. Confira na barra ao lado ou no link abaixo.